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Publicado em 11/04/2017

Atualidades

Países do G7 concordam que não há solução para a Síria com Assad no poder

Diplomacia dos Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália estão reunidos em Lucca, na Itália.


Países do G7 concordam que não há solução para a Síria com Assad no poder

Os ministros das Relações Exteriores dos países do G7, grupo das sete maiores economias do mundo, concordam que não há nenhuma solução para a Síria enquanto o presidente Bashar al-Assad continuar no poder, afirmou o chefe da diplomacia francesa, Jean-Marc Ayrault, em Lucca, Itália.

Os participantes da reunião do G7 nesta terça-feira (11), que também incluem a Turquia e vários países árabes (Catar, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita), insistiram que "não há um futuro possível para a Síria com Bashar al-Assad", declarou Jean-Marc Ayrault.

"Não é uma posição agressiva a respeito dos russos, e sim uma mão estendida. Mas já basta (...) temos que sair da hipocrisia e entrar claramente no processo político", insistiu.

Os chefes da diplomacia dos países do G7 (Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália) estão reunidos desde segunda-feira na cidade italiana de Lucca (norte) para abordar a guerra na Síria e mostrar sua unidade antes da viagem do secretário de Estado americano, Rex Tillerson, a Moscou.

"Queremos que a Rússia respalde o processo político para uma resolução pacífica do conflito sírio", afirmou o ministro alemão das Relações Exteriores, Sigmar Gabriel, citado em um comunicado.

Sanção contra a Rússia
O chanceler italiano, Angelino Alfano, afirmou nesta terça que "não há consenso" no G7 - grupo das sete maiores economias do mundo - para aprovar novas sanções contra a Rússia por causa do apoio ao regime sírio.

Os dois dias de reunião em Lucca serão dominados por uma busca coletiva por argumentos para persuadir Putin de que ele deve pôr fim ao apoio militar da Rússia a Assad e ajudar a acelerar negociações para uma transição política, segundo o correspondente diplomático da BBC James Robbins.

A Rússia já está sob uma série de sanções impostas pelos EUA e pela União Europeia em resposta à anexação da Crimeia e à crise no leste da Ucrânia. Os alvos das sanções são negócios e indivíduos russos, além de setores-chave da economia ligados à elite política do país, de acordo a BBC.

www.afp.com